
Foi ao ar nessa última sexta, nos EUA, o episódio que conclui a primeira metade da temporada final de Battlestar Galactica. Depois de dois ou três episódios desperdiçados com a gritaria profética de Starbuck, perdemos mais uns dois com a maçante historinha de onde estaria a fé da presidente Roslin, junto com a faceta "Jesus" do ex-médico doidão, ex- cylon lover, ex-presidente, ex-presidiário, Gaius Baltar. Eu realmente esperava muito mais da última temporada de uma das melhores séries da atualidade, tivemos alguns episódios bons, mas a temporada como um todo foi bem irregular. Por sorte, os produtores/roteiristas, conseguiram dar a volta por cima e terminar essa primeira metade de forma bacana. Nunca pensei que veria o Almirante em uniforme de vôo de novo, muito menos em busca de um amor tão reprimido. A atuação de Edward James no último episódio (mesmo sendo um pouco caricato) já valeu a temporada, assim como o tanto que a relação de pai e filho entre ele e o novo ex-presidente se desenvolveu. A guerra civil dos cylons teve tanta força quanto o grito de Independência do Pedrinho aqui no Brasil. Se falou mais do que fez. Por fim, a grande surpresa dessa metade da temporada ficam com a revelação tão rápida/apressada de 4 dos últimos 5 cylons junto com a certeza de que o 5º modelo não se encontra na frota e a chegada a Terra, que eu duvido que alguém esperava acontecer assim, antes do episódio final. Por mais que a gente reclame, porém, Galactica é Galactica e até quando é ruim é muito bom. 2009 tá loooonge...
O começo do fim de Battlestar Galactica
Terça-feira, 17 de Junho de 2008 Postado por Marcelo Camelo às 04:03 | Marcadores: Battlestar Galactica, ReviewsAs informações abaixo contém spoilers para quem ainda não viu a 4ª temporada de Battlestar Galactica.
So You Think You Can Dance - e a formação do Top 18
Sábado, 14 de Junho de 2008 Postado por Marcelo Camelo às 10:08 | Marcadores: Reviews, So You Think You Can DanceAs informações abaixo contém spoilers para quem ainda não viu a formação do top 18!
A competição começou e é hora da gente começar a avaliar os candidatos ao título de dançarino preferido da américa (que título tosquinho, não?!). No geral foi uma noite agradável, com várias ótimas performances e com um resultado, se não inquestionável, ao menos justo.Os primeiros a se apresentarem foram Jamie e Rayven. Ela, bailarina, e ele, um ballroom dancer, se uniram para fazer o que eu chamo de hip-hop chiclete diet, é bom no comecinho, o gosto bom passa rápido e, quando o passa, ninguém mais suporta ficar com ele na boca. Tá, não foi tão ruim assim, mas em comparação com o resto com certeza a dupla mereceu ficar no bootm three. Quem quiser pode ver a apresentação deles no vídeo abaixo:
Os segundos foram Marquis e Susie (a professora dos sonhos de qualquer garoto). Foi uma apresentação sólida, mas nada de diferente, unique, por assim dizer. A postura do Marquis estava quase impecável (com a, talvez, única excessão na parte em que ele tem que levantar a garota bem no alto), mas não consegui enxergar o grau de dificuldade encontrado pelos jurados. A dança, logo abaixo:
Kourtni e Matt foram logo em seguida e não sei muito o que dizer. A coreografia em si foi péssima (o que foram aquelas intermináveis passadas de braço?!), o que atrapalhou ainda mais o coitado do Matt. Concordo plenamente com o Nigel, quando ele diz que a Kourtni é única e consegue dançar qualquer coisa, ela que conseguiu trazer um pouco do clima da música com seus olhares e bocas. Veja a música Tainted Love e a dancinha que eles arrumaram:
A competição de verdade começa aqui! Chelsea e Thayne fizeram uma apresentação fantástica de "Cha Cha" que foi descrita pela Mary de forma perfeita: A Chelsea é smoking hot e estava perfeita no palco. Thayne ficou meio em segundo plano mesmo, mas não dá pra tirar os méritos do cara, ele estava levando a guria maestralmente, fora que ainda deu pra mostrar um pouco que ele tem gingado:
A Mia é, se não a melhor, umas dos três melhores coreógrafos da competição, e isso faz toda a diferença para a apresentação. Chelsie e Mark estavam brilhantes, sexy e emocionantes de se ver, além de terem o timing no lugar certo. A única coisa que eu trocaria seria o vestido da guria, que impediu o público de ver alguns ótimos movimentos, principalmente os finai. Confiram:
Kherington e Twitch fazem a segunda melhor apresentação da noite. Broadway é sempre muito complicado de se pegar e destruir como eles destruíram. As expressões faciais são essenciais, assim como a utilização de todo, ou quase todo, o espaço disponível no palco, e a dupla conseguiu fazer tudo isso de forma linda.
A apresentação mais sem química da noite fica com a dupla Comfort e Chris. O cara parecia inventar alguns passinhos no meio, um pouco fora de contexto da routine, mas nada que atrapalhasse demais a apresentação. O problema mesmo é a dupla em si, que não parecia estar em sincronia e, em certos momentos, pareciam retraídas ou inconfortáveis em dançar juntos. Os juízes estão bonzinhos demais ou eu que fiquei mal acostumado com o juri de American Idol?
A melhor e mais emocionante performance junto com a melhor coreografia da noite fica com Kate e Joshua. O começo já foi fantástico, dava pra sentir a dor da guria. O jeito com que o Joshua voltou do chão (de costas!) foi lindo, fora as quebradinhas e a harmonia dos dois. Hip hop como eu nunca vi antes.
A música latina continua bombando no país do tio Sam, e de forma agradabilíssima. O par Jessica e Will arrebentaram e deram um showzinho a parte, um tango forte e sexy. A garota dava umas escorregadinhas de vez em quando por causa do salto, mas nada que prejudicasse o rendimento da dupla. Realmente não mereciam estar no bottom three...
O que era pra fechar a noite com chave de ouro, se transformou numa simples e inconsistente disco routine apresentada pela dupla Courtney e Gav. Ficou muito claro que nenhum dos dois nunca tinham feito esse tipo de trabalho na vida, toda a coreografia pode ser facilmente encontrada numa festa dos anos 70 aqui na minha cidade e sua ida para o bottom three foi merecidíssima.
A noite dos resultados foi frustante. Alguém me explica aquela apresentação inicial do top 20 com o sequestro do Nigel? Simplesmente ridículo. O jurado parecia com o Jim Carrey com dor de barriga, tentou ser engraçadinho e falhou desastrosamente. Ele é tão aparecido que fo
i até difícil acompanhar a apresentação em si, de tanta atenção que ele tentava chamar, que bom que o programa não acabou por ali e que ótimo que ele não exerce a profissão de palhaço.
i até difícil acompanhar a apresentação em si, de tanta atenção que ele tentava chamar, que bom que o programa não acabou por ali e que ótimo que ele não exerce a profissão de palhaço.As apresentações especiais das Pussycat Dolls e da dupla Popin Pete & Shonnie foram bem fracas, beirando ao tédio e assistir aos mesmos solos que o pessoal do bottom three apresentou desde o primeiro dia das audições foi um pouco maçante, mas, ao menos, as eliminações foram justas.
O que assistir até o fall season?
Quinta-feira, 12 de Junho de 2008 Postado por Marcelo Camelo às 20:51 |
Que época eu fui arrumar pra criar um blog sobre séries, não? Nem tem muito o que comentar, agora que 99% das nossas séries preferidas estão em hiatus. Então eu queria saber como vocês vão gastar esse tempo livre (pessoas sugeriram que eu saísse mais de casa, acreditam? Quanta heresia!). Depois de um post entusiástico do Daniel do Série Maníacos eu resolvi assistir So You Think You Can Dance e estou adorando, recomendo também. Daqui a pouco teremos as estréias de Weeds e Entourage, mas duas séries não conseguem preencher nem 10% do meu horário, então o jeito vai ser apelar para os boxes. Tenho vários aqui, que foram presentes de aniversário, que ainda nem abri e a hora é agora, são eles: 2 temporadas de Supernatural, as 4 temporadas de The OC (não, eu nunca vi...) e o box importado de Firefly (que provavelmente vou deixar por último apenas pela preguiça de ler inglês). Quem quiser pode deixar sugestões e programações para essa época.Swingtown e o aquecimento da temporada
Postado por Marcelo Camelo às 02:21 | Marcadores: Reviews, Swingtown
Enrolei bastante para assistir ao primeiro episódio de Swingtown por puro preconceito. Só de ler o nome e uma pequena sinopse meses atrás, meu medo só aumentou: Pronto, mais uma "Tell me You Love Me" na tv. Era de se esperar praticamente uma série pornô tomando como base as poucas informações que vazaram, mas como o erro é gratificante. A série é um sopro de ar fresco, como diriam os americanos. Interessante, leve, provocante, bem produzida e com uma ótima trilha sonora. Não dá pra negar a sensação de deja vu que as vezes acontece, mas tendo em vista que hoje nada se cria, nada se perde... não tenho muito o que reclamar. Os personagens poderiam ser um pouquinho mais carismáticos e a história poderia se desenrolar mais rápida, mas é bonitinha de se ver e o tempo passou voando. Introduziram o swing (troca de casais) de forma gradual e honesta, o que foi ótimo. E vendo atores que parecem gente como a gente, principalmente as crianças com cara de crianças, deu um crédito ainda maior ao capricho da (pré) produção. Está aí uma ótima opção para esse lento Mid seasonAvaliação Marcelo Camelo:
Seth Green está na lista de Earl
Postado por Marcelo Camelo às 00:19 | Marcadores: My Name Is Earl, Notícias
Seth Green irá fazer uma participação especial na ótima comédia My Name Is Earl. O ator fará o papel de Buddy Zaks, uma criança cujo sonho de estrelar um filme de ação foi destruído por Earl. E para tirar o garoto de sua interminável lista, Earl deverá produzir o filme dos sonhos de Buddy. "Estou surpreso de ainda não ter participado da série," disse o ator. "Eu conheço 90% das pessoas envolvidas por bastante tempo." Eu só conheci o ator nessa temporada, quando ele fez uma participação em Grey's Anatomy e ele conseguiu cumprir seu papel com excelência, o que já me empolga em esperar sua aparição em Earl.Sem medo de "Fear Itself"
Quarta-feira, 11 de Junho de 2008 Postado por Marcelo Camelo às 22:47 | Marcadores: Fear Itself, Reviews
Que decepção foi a estréia de Fear Itself! A idéia de se fazer uma série sem elenco fixo poderia ser aproveitada de forma absolutamente brilhante. Poderia. O clima e os efeitos de luz e sombra lembram bastante Supernatural, mas a sequência de clichês atrás de clichês destrói qualquer possibilidade de apreciação da produção que até teve boas intenções. Imaginem quatro amigos em uma estrada deserta, o carro quebra e eles seguem em uma pista para pedestres super macabra num lugar onde o celular não funciona (sério?). Os quatro caem no conto das gêmeas "indefesas" e são atacados por um vampiro da Transilvânia. Mas o pior defeito da série era o que deveria ser seu maior trunfo: O elenco "rotativo". A falta de carisma da maioria e a certeza de que não veremos mais aquelas pessoas tiram qualquer interesse na vida dos personagens. Vou dar mais uma chance só por desencargo de consciência e por estarmos numa época de vacas magras.
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